sexta-feira, 13 de novembro de 2015

SOCORRO! PRECISO CONSTRUIR, PRECISO REFORMAR! E AGORA?: Reforma e Coração

SOCORRO! PRECISO CONSTRUIR, PRECISO REFORMAR! E AGORA?: Reforma e Coração: Já faz algum tempo desde o último post que escrevi aqui no blog. Tempo: moeda esta que uma vez empregada jamais será resgatada....Dinheiro ...

domingo, 8 de novembro de 2015

Reforma e Coração

Já faz algum tempo desde o último post que escrevi aqui no blog. Tempo: moeda esta que uma vez empregada jamais será resgatada....Dinheiro nenhum compra nosso tempo, certo? Se você passou semanas pesquisando preços e modelos de um sofá, por exemplo, poderá voltar à 1ª ou 2ª loja, e valerá a pena se o investimento for menor pelo modelo escolhido.  Já não podemos dizer o mesmo, por exemplo, quando há um erro de projeto, neste exemplo se o sofá for 2cm maior ,ou muito menor,  do que o espaço reservado para ele.
Para uma simples reforma, um retrofit em um espaço corporativo ou comercial, ou a construção da casa dos sonhos, cada minuto investido em planejamento resultará em economia no bolso, pois trará agilidade no seu cronograma, otimizando seus, suados recursos.
E como podemos iniciar um bom planejamento?  Sempre, sempre, consulte um Arquiteto. E esta história não é pra “puxar a sardinha” pro meu lado, mas, olha só: raramente conseguimos diagnosticar uma doença e fazer o tratamento ou tomar o remédio exato, a não ser que sejamos médicos, claro. Qualquer área técnica de diversas atividades neste mundão exige um mínimo de conhecimento, para que tenha um resultado PROFISSIONAL e não, AMADOR. Por isto contratamos profissionais especializados em suas atuações.
Mas, o objetivo dos nossos artigos por aqui não é dar sermão, nem vender nada,  e sim, ajudar você a construir, reformar e encontrar melhores maneiras de alcançar o resultado desejado.
Vamos começar pelo começo ?
Analise seu “projeto”. E não estou aqui falando de um “projeto arquitetônico”. Estou falando do seu objetivo. Vamos seguir com um exemplo: Vai reformar a sala de casa, agora no final de ano ? Planeje. Pense, antes de tudo, na “rotina” da sala: é usada somente para TV, para receber visitas, para refeições e receber, para receber visitas, ver TV AND refeições?  Como é feita a limpeza? Prefere o piso frio, o carpete, o piso frio com tapetes ( não esqueça dos anti derrapantes),...As cortinas estão de acordo? Há espaço suficiente para a circulação ou você insiste em ter uma mesa que rouba metade de seu espaço? Precisa mesmo ter uma TV tão grande?  E a fiação...? Vai ficar aparente, juntando pó?  Tem tomada para todos estes equipamentos?
Tudo se inicia na mente e no coração. Escreva seus  objetivos com sentimento. Deseje esta sala nova, pense nas cores, nos tecidos, no seu cachorro chegando do passeio em dias de chuva. Não seja escravo da reforma, se antecipe ao máximo às surpresas. Dimerize a luz, abuse das sensações muito mais do que dos materiais...Não exagere nas cores. Não exagere nos objetos. Não exagere em nada. Escreva em um papel tudo o que quer, e se possível, claro, conte a um Arquiteto.  Acredite: planejamento e informação, com amor, valem muito mais a pena em momentos onde não há tempo e nem dinheiro a perder.

Boas Reformas!
Ana.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Métodos Construtivos, quais são?

De volta ao começo...

Nosso primeiro post foi sobre as etapas que envolvem o planejamento de uma obra.

No último e penúltimo, falamos um pouquinho de sistemas construtivos modernos. Mas, afinal, qual a melhor escolha? Quais os tipos existentes?

O fascinante mundo da construção, é altamente dinâmico, as técnicas e materiais se renovam a cada dia com uma velocidade inimaginável.

Podemos dividir os tipos de construção em:

Tradicionais:
Taipa
Alvenaria
Madeira

Modernas:
Pré moldado
Metálico
Container
Drywall
Stell frame

Drywall e stell frame, já foram abordados pela Ana com toda competência, hoje, vamos falar um pouco sobre taipa.

TAIPA

Taipa: taipa? Como assim? Sim, taipa, acredite, este sistema construtivo onde a mistura terra, areia e água é compactada dentro de formas, que podem ser removidas e reaproveitadas, está repaginado, e por isso, achei importante colocar este método, que está modernizado, e vem sendo utilizado nos EUA e na Europa.
Apesar das documentações serem escassas, a taipa é mencionada na época da Arquitetura Colonial brasileira, e o termo taipa se refere ao solo, argila ou terra sendo empregada como matéria prima básica da construção.

Como curiosidade, a terra era escolhida pelo tapeiro visualmente e pelo tato, revelando as propriedades do material. Para a execução, os preferidos eram os solos vermelhos, por apresentarem boa "liga" e maleabilidade.

A terra deve estar livre de impurezas, gravetos, e basicamente o processo é esfarelar a terra, umidificar lentamente para não gerar caroços. A operação continua com amassamento feita pelas mãos ou com os pés até a obtenção de uma massa homogênea, plástica e que não grude nas mãos.

Atualmente, apesar da taipa aparecer empregada não só nas zonas rurais do país, como alternativa para as edificações rústicas ou de classe mais econômica, entretanto não carrega em si a mesma qualidade do período colonial pois não possuem as mesmas características de estabilidade, durabilidade e conforto, a não ser a execução feita por empresas habilitadas tecnicamente para reproduzirem a execução do sistema com total garantia e desempenho de durabilidade.
  
Considerado ecologicamente correto, esta forma construtiva está voltando a moda, capturando algumas imagens na web, é possível perceber como o método evoluiu, e hoje, como já dissemos países da Europa e Estados Unidos, vêm adotando este método tão tradicional de construção.

No Brasil, a empresa Taipal, é uma das empresas especializadas neste tipo de projeto.


  
Vale ressaltar, no entanto, que mesmo sendo um sistema “simples”, necessita de uma fundação sólida como qualquer outro.
No próximo post, alvenaria.


terça-feira, 8 de setembro de 2015

Drywall

Depois do primeiro post, que foi um sucesso, recebi algumas mensagens questionando detalhes sobre drywall e também sobre  Light Steel Frame. Como a coluna aqui deve ser breve, vamos falar rapidamente sobre algumas questões que foram levantadas a respeito do drywall.

O drywall não é simplesmente“gesso”. Fuja daquela mão de obra não atualizada, acostumada a fazer molduras de gesso, sancas, forros rebaixados, e que garante estar apta a executar drywall.  O drywall exige aprendizado, e mais ainda: técnica e cuidados na hora da execução. Vários detalhes, imperceptíveis quando as paredes estão finalizadas, podem comprometer totalmente a qualidade do sistema construtivo. Posições corretas entre guias e montantes, previsão para recebimento das tubulações, limpeza na obra, entre outros, são fatores que influenciam no resultado final da construção.

Dentre as inúmeras possibilidades, o drywall permite ampliações ou reformas em prazos curtíssimos, e com a garantia do orçamento. Prever a quantidade exata de material e contratar a mão de obra para execução são tarefas exatas para este sistema construtivo. Não há perda de material nem ociosidade na obra. É possível iniciar a obra sabendo exatamente o quanto será usado de placas de gesso + perfis + acessórios para tratamentos de juntas e pintura e ainda calcular o prazo exato entre início e fim.

Além disto, permite uma versatilidade incrível para as inserções de pontos elétricos, luminárias e tomadas, facilitando o projeto de luminotecnia e valorização de ambientes.

Como qualquer material, o sistema está sujeito à dilatação e contração, ocasionando fissuras que são permitidas tecnicamente. Alguns fabricantes de placas orientam sobre as ações corretivas para estas situações, e apesar de causar estranheza, algumas trincas não influenciam em nada  o desempenho do sistema. Lembro aqui que a alvenaria tradicional, com o tempo, também revela fissuras e trincas que são comuns pelo movimento da estrutura da edificação.

O drywall pode ser usado para edículas, divisões de ambientes internos sobre pisos existentes, novas construções, entre outras situações. Lembre-se sempre de buscar a correta especificação para o isolamento acústico, garantindo a qualidade de sua obra. O sistema aceita pintura, revestimentos, modificações e está sempre pronto para ser renovado. Se a área for pequena dá até pra arriscar um “faça você mesmo”, encontrando tudo o que é necessário em grandes lojas de materiais de construção que já possuem uma área para a Construção Seca.

O custo do m² instalado e finalizado do drywall é em média R$60,00.

Dúvidas, sugestões ou comentários: entre em contato!


Boas obras!